Marcadores

Dicas (4) Influências (5) Madeiras (5) Pratos (2)
Mostrando postagens com marcador Dicas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Dicas. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

"Dicas" para Bumbo (parte1)

Afinando e abafando o bumbo sem matar a donoridade do tambor.

Bom galera esse é o primeiro post de uma nova série de postagens, a série: "Dicas", denhtro dela vou dar dicas para afinação, luthieria básica, limpeza, improvisação e gambiarras para situações adversas e etc.
Hoje eu vou postar uma dica com como eu faço para abafar o bumbo, quando encontro overtones (harmônicos) indesejados, porém de uma forma que não mata o som, muito pelo contrário essa "dica" potencializa as freqüências graves do seu tambor e define a nota fundamental deixando seu bumbo com um som avassalador, com muito volume e definidíssimo.

Bom vamos ao passo a passo rsrsrsr.

Vc vai precisar de:

Alguns metros de TNT (tecido não tecido) - vc compra em bazares e casas de tecido.

Fita adesiva - durex de preferência aqueles mais largos.

E se vc quiser uma parada mais profissa, pra deixar o bumbo mais bonito, alguns metros de lycra.

e tesoura sem ponta.. [kkkkk]

O processo

Primeiro vc tira a pele do tambor e deixa a borda totalmente livre, após fazer isso vc corta um ou dois pedaços(eu prefiro 2) do TNT de forma que esses pedaços sejam maior que a borda do tambor. E use o durex para fixar os TNTs no bumbo. (ilustração abaixo)



Como disse se vc quiser uma parada mais bonita, após prender o TNT ao bumbo, faça o mesmo processo com um pedaço de Lycra. E após prender a lycra, assente a pele sobre os tecidos e aí faça os procedimentos padrões de afinação, aperte todos os parafusos com a mão, sempre indo de um para o outro do outro lado do tambor. (ilustração abaixo.) após isso afine como preferir com a chavinha.

E após apertar, com um estilete e MUITO cuidado corte as sobras dos tecidos para seu bumbo não ficar cheio de pano saindo do aro...rsrsr.



Essa é a ordem de afinação. (reparem como fica bonito quando vc usa a lycra) - e com as sobras já cortadas.



Com isso vc não precisa colocar NADA dentro do bumbo, e se ainda tiver alguma sobra indesejada, repita o processo na pele de resposta, porém nessa pele eu prefiro que seja no máximo 1 "folha" de TNT e não duas.

Obs. Se vc achar que o bumbo está muito alto, (pois ele vai ficar com certeza), aí sim vc coloca um pedaço de espuma que encoste na parte inferior das peles batedeira e resposta, assim vc vai perder um pouco das freqüências graves e volume - (ilustração abaixo)

esse é meu diminuidor de volume para bumbos de 18" de profundidade. - porém faz anos que eu não uso esse tipo de abafamento, só uso os TNTs, nas peles e bumbo totalmente vazio a foto é meramente ilustrativa...rsrsrr



Bom galera espero ter ajudado façam o teste - tenho certeza absoluta que os resultados irão agradar e MUITO a todos vcs. Abraço.



perguntas estou a disposição.



ps. na pele de resposta se vc não quiser ter todo o trabalho que vc teve na batedeira.. vc pode dobrar um quadrado de TNT umas tre vezes... e fazer uma tira abafadora...conforme foto abaixo:



Abraço e até semana que vem.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Play Alongs.

Bom recentimente vários amigos e alunos me perguntado sobre play alongs, e outros pedido para que eu poste algo sobre esse assunto aqui no blog.

Play Along| bom se vc é um batera que fica o dia inteiro no you tube, vendo vídeos com as palavras “drum cover” inseridas no nome dele, e se pergunta: - Como que esse cara consegue essas musicas sem batera(quando ela está sem batera.rs)???? bom o nome dessa musica sem batera(ou qualquer outro instrumento) se chama Play Along. E é isso, ela não passa da musica com as pistas de batera desligadas, servem pra vc tocar junto e fazer cover, ou versões, estudar e colocar vídeos no you tube...rs


Bom, na real é muito bom vc como baterista possuir play alongs para estudar, tocar com play alongs e metrônomo realmente te preparam para gravações e te ajudam a dominar melhor uma coisa que tem de ser a base para qualquer baterista...NOÇÃO DE TEMPO. Eu tenho muitas play alongs.... porém eu estou com muita preguiça de subir tudo pra net e postar o link aqui pra vcs. Porém existe um site de um batera lá do fórum do batera que tem um material muito bacana pra vc começar, e foi de lá que eu baixei a maioria dos meus play alongs [eu prometo que o que eu tiver e não tiver lá eu postarei aqui num próximo post].

O site é do Batera José Roberto Narciso - o JR. Drummer

http://jrdrummer.blogspot.com/

visite o site baixe o conteúdo comente, use o conteúdo, estude e toque. Assim vc poderá se tornar um desses[rsrsrsrsr]:










Não agora sério... o estudo auxiliado pelos Play alongs como eu já disse, com certeza elevará sua técnica, musicalidade, pegada, prática e seu dimínio de tempo/andamento quando se está tocando ou gravando.

Abraço galera e até o próximo post.
(não esqueçam de visitar o site do JR. Drummer - a lista que ele tem é muito boa)

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Vai comprar sua primeira bateria?



Se você vai comprar sua primeira batera e está começando no mundo dos tambores e navegando na internet a procura de informações, ou é fanáticos por bateria e freqüenta sites de bateria diariamente para trocar idéias e estar sempre atualizado, ou mesmo é daqueles que de vez em quando navegam pelas nossas águas, apenas para matar a curiosidade do que anda acontecendo no mercado. Aqui estão uma boas dicas para você que está em busca do primeiro instrumento. – Coitados dos vizinhos... rs -

“Qual batera comprar??”. Essa foi uma dúvida que me tirou boas noites de sono e me assolou por um bom tempo. Hoje vários alunos, amigos e leitores do blog me mandam e-mails ou perguntam pessoalmente sobre dicas para comprar a primeira batera. Como não poderia deixar de ser, resolvi escrever aqui no Batuca um Post sobre esse assinto.
Em geral, o iniciante não ouve conselhos e tende a não manjar muito sobre o instrumento, madeiras, ou mercado, ele sabe que a Pearl e a Zildjian são marcas muito usadas e só quer tocar e fazer um som no seu sonhado primeiro instrumento. E isso geralmente o leva a cair na lábia de vendedores e comprar um instrumento que não seja o que ele procurava.

Atualmente são tantas as opções de marcas, configurações etc., que o iniciante fica vendidinho, sem saber que bateria comprar para atender aos seus anseios. Nada mais natural, pois é um verdadeiro oceano de oportunidades - o mercado cresceu muito nos últimos anos.
Didaticamente falando, é melhor que o principiante comece numa bateria para iniciante, pois necessariamente terá que adquirir uma boa pegada para fazer um bom som e quando tocar numa boa bateria vai fazer aquele som...
Da mesma forma, o ideal é um kit pequeno, que exigirá dele mais criatividade para reproduzir suas variações. Assim, quando ele deparar com um kit grande não terá dificuldades. Ao contrário, vai ter um universo muito maior para não cair na mesmice das viradas e levadas.

Obviamente, tudo vai depender do que você quer com a música e da sua disponibilidade financeira. O importante é você saber que a falta de dinheiro não inviabiliza o seu sonho de ser baterista. A dificuldade de se tocar num instrumento ruim ou ultrapassado é revertida em seu benefício num futuro não muito longe, pois quem aprende a tocar num instrumento assim, aprende de verdade – e toca em qualquer instrumento ou em qualquer situação.

É claro que se você é um milionário, ou se o seu pai faz parte da corja de Brasília, você poderá comprar aquele set estrangeiro, como uma Pearl Master Custom ou Reference, uma DW Collectors ou uma Tama StarClassic, sem maiores dificuldades, mas sem maiores vantagens também. Você não saberá explorar seus recursos – não saberá maximizar o que ela te proporciona de bom. Da mesma forma, se você não é o filho do Lula e não vai comprar um instrumento com o dinheiro do povo, mas tem alguma estabilidade financeira, não precisa comprar uma Gope de 1970 ou uma BNB – uma batera melhor vai te facilitar a vida. Portanto, tudo é questão de bom senso.
O mercado de bateria é honesto, com raras exceções. O preço de uma batera varia de acordo com suas características. A madeira, os aros, a quantidade de tambores e ferragens, o acabamento, a forma de fabricação, a borda, enfim, tudo vai influenciar no preço final. O que é importante sublinhar é que nos dias de hoje as baterias brasileiras estão muito boas, sem necessidade de se recorrer às grandes marcas estrangeiras para se fazer um bom som. A grande vantagem da bateria nacional é que o fabricante fica aqui, e se você quiser peça de reposição vai ter mais facilidade quando precisar. O mesmo podemos dizer se você quiser ampliar o seu set.

Não se deixe levar pelo gosto dos outros. Se você conhece algum baterista e quer um kit igual ao dele, vai entrar numa furada. Bateria é uma coisa muito pessoal. Tudo vai depender do som que você quer levar, ou seja, do seu gosto musical e do seu estilo pessoal de tocar e ouvir a música – e gosto é gosto – não se discute. Cada um tem um ouvido...é como gravata – muito pessoal. Por isso existem baterias para iniciantes. São baterias feitas com medidas-padrão – que caem bem nos mais diversos estilos musicais atendendo a gregos e troianos. Tambores profundos caem bem num rock, mas os rasos, em geral, são mais definidos e se enquadram melhor na atmosfera do jazz, da bossa – e por aí vai. Até o ângulo da borda dos tambores influencia no som. Portanto, comece preferencialmente com medidas padronizadas.

Particularmente, se eu fosse começar a tocar bateria agora, compraria uma de nível “intermediário”, pois dependendo da batera, atende as expectativas profissionais no caso da coisa dar certo – e não precisaria trocar de kit tão cedo. Digo mais: compraria uma bateria usada, pois o preço cai bem e eu poderia adquirir um instrumento melhor, pelo mesmo custo de uma nova inferior. Bateria não é como um carro, que necessariamente envelhece com o uso. Um instrumento antigo e bem cuidado, em tese, será melhor que o novo – pois a madeira fica curada com o tempo. Ela resseca internamente e se torna mais densa – proporcionando um sustain superior. Por outro lado, uma bateria cuja madeira ficou exposta no tempo, ou sob umidade contínua num determinado ambiente, prejudica o casco do seu tambor. Então parceiro, muito cuidado se for comprar uma batera usada. De preferência, esteja com um baterista mais experiente de forma que ele não lhe deixe levar gato por lebre. O mercado de usadas é perigoso – existem muitos oportunistas que confundem os iniciantes. Nos classificados da web encontramos Pearl Export sendo vendidas pelo preço de MasterWorks. Entretanto, casos assim ainda são esporádicos e não chegam a inviabilizar o seu sonho de comprar uma usada “top” ou “intermediária”.
Sou fã de algumas marcas nacionais. Ora, o Brasil é rico em madeiras. Uma hora a indústria da bateria iria aprender a tirar proveito disso – e essa hora chegou. Hoje temos um leque de opções enorme e as bateras são de alto nível. Uma Odery vai se destacar em qualquer lugar do planeta. Uma RMV Concept também. Até a Pingüim voltou com tudo a fabricar suas baterias. Temos ainda a Master e a Adah – esta última com sua
Classic Art que chegou no mercado impressionando até mesmo os mais exigentes. Se considerarmos as importadas as opções também são enormes. A Pearl Export é o fusca. Agüenta o tranco – é bonita, bem acabada e tem um sonzão. Da mesma forma é a Tama Rockstar. Se você não tem muito pra investir, temos a Pearl Fórum ou a Tama Swingstar. Até a Gretsch tem as suas baterias para iniciantes ou intermediárias hoje em dia. A Mapex e a Pacific também são marcas que oferecem boas intermediárias. Enfim, não falta bateria por aí – a questão é você encontrar uma que seja o seu número.

Não se esqueça que os tambores é um investimento que não se exaure em si. Você ainda vai ter que comprar pratos e estantes. Portanto, leve isso em consideração. Você terá que saber planejar muito bem essa compra, de molde que os recursos sejam suficientes para montar o kit completo. Não invista muito num lado de forma que falte do outro – a frustração na hora de tocar será enorme.
Assim, meu amigo de baquetas, recomendo que você procure um baterista mais experiente para te orientar na compra de seu primeiro instrumento. Diga a ele quanto você vai poder gastar – quais as suas expectativas com a música e suas perspectivas para investir no futuro, caso você realmente se apaixone por essa arte milenar.

Seja bem-vindo ao universo dos tambores e boas batucadas pra você !!!!
texto em parceria - Carlos Maggiolo

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Pro estúdio vou assim!!!

Bom galera aproveitando essa onda de falar um pouco sobre mim e minha banda, eu vou usar esse post para falar sobre o set que eu usei na gravação do segundo CD dela, esse que tem como título o próprio nome da panda “Apogeu” que significa, auge ou ponto mais alto. A banda é de pós-grunge e tem como influencia bandas do gênero como Creed, Audioslave, Bride, Guardiam, Alice in Chains e bandas clássicas como Led e Ozzy. O CD tem a produção assinada por Déio Tembasco conceituado guitarrista do Rock, um grande produtor e amigo. No CD contamos também com a musicalidade do Baterista Flávio Benez(Código C), batera do rock e de uma pegada e segurança absurda e com o Baixista Duca Tambasco (oficina G3). O CD foi gravado no Estúdio 12 (Midas) com o que há de melhor em equipamento e capitação, foi editado pelo próprio Déio, mixado e masterizado pelo Cubatão (um dos melhores profissionais da área no Brasil) em parceria com Déio. E você pode conferir o resultado de todo esse trabalho no link abaixo fazendo o download da primeira música do CD que tem como título “Carta do Pródigo” chamada por nós carinhosamente de Saidera.

Carta do pródigo

Sobre o kit que usei, foi uma batera YAMAHA Recording Custom(1980) com ferragens 9000 da própria marca. O kit traz a lendária sonoridade de grandes bateristas como Steve Gadd, Tommy Aldridge e Cobham. Ela é a bateria de estúdio mais vendida e usada de todos os tempos, pois possui um alto conceito e é referencia total quando falamos em birch, o Ricardo Ricardo Goedert costuma dizer que os cascos dessa batera são "200%" Birch, pois tamanha é a qualidade deles.

Os cascos da Yamaha 9000 são a personificação máxima da sonoridade do Birch. Quando se fala em Birch, logo se vem a principal referência que é ouvida nas Yamahas 9000 (Recording ou Birch Custom Absolute), sem dúvidas a sonoridade do Birch mais clássica e amada de todos os tempos. (Ricardo Goedert)

Detalhes da Sonoridade
Além dela ser a Referência Máxima no "assunto" Birch, e ter um timbre refinadíssimo é um instrumento que afina do grave ao agudo perfeitamente bem, tem muito volume, bastante definição, sensibilidade aos menores toques e um controle de harmônicos e overtones único dando a gravação um som limpo e direto.


Vamos ao KIT

Yamaha Recording Custom(1980) Solid Grey
Tom 10X10”
Tom 12x12”
Surdo 14x14”
Surdo 16x16”
Bumbo 22x18”
Caixas
Tama Artwood all Maple 14x6,5”
Pearl Master Premium Birch 14x5,5”
Ludwig Black Beauty 14x6,5 Brass martelado (melhor caixa do mundo)
Pratos
Crash Ride Zildjian K Brilliant 21” (ataque) – b20
Ride Zildjian K Custom Dark Ride 20” (ataque) – b20
Crash Paiste Alpha rock 18” (ataque) – b8
Ride A custom Zildjian 24" Medium Ride (condução) – b20
China type Rude Paiste 18” (china) – b8
Hi-hat AAX Stage hats Sabian (chimbal) b-20
Acessórios
Baquetas Vic Firth B2
Pedal Duplo Pearl P2002c Power Shifter Eliminator
Peles Remo Ambassador nos Tons
Peles Remo Pinstripe porosa nas Caixas
Pele Remo powerstroke 4 no bumbo

Até a próxima fique com alguns links ligados ao post.
Site do Déio
Batera Clube
Banda Apogeu